
Adoro estórias de ônibus! Hoje mesmo, indo trabalhar, presenciei um episódio um tanto cômico.
Estou eu sentada, lendo um texto sobre fotografia, muito interessante por sinal, para a faculdade, quando começo a escutar uma voz de mulher brigando com alguém! A voz foi aumentando cada vez mais e nada de um feedback acontecer. Olhei em volta procurando alguém falando ao celular, mas não era nada disso! Era uma "senhorinha", lá na frente, repreendendo um garotinho por alguma coisa. O caso é que ela não parava de falar e ficava repetindo as mesmas coisas, que ele era um preguiçoso, que tinha que tomar jeito e etc... E ela ia falando cada vez mais alto!
Todo mundo começou a se entreolhar, o cobrador olhava para os passageiros e ria. De repente alguns "ssshiii" se fizeram ouvir, até que o motorista aumentou o som do rádio, aí foi o fim da picada. Virou uma guerra! Ele aumentava o som e ela a voz, ele o som e ela a voz. De repente me senti num ônibus de excursão.
Então houve um vencedor, e eu considero que foi o rapazinho, que em nenhum momento abriu a boca para falar um "ai", mas foi salvo pelo som do motorista.
A "coroinha" parou a briga, pois chegou um momento em que, acredito, nem ela ouvia a própria voz. Ela pode até não ter desistido de reclamar, mas pelo menos adiou suas reivindicações para um momento mais apropriado, eu espero!
Estou eu sentada, lendo um texto sobre fotografia, muito interessante por sinal, para a faculdade, quando começo a escutar uma voz de mulher brigando com alguém! A voz foi aumentando cada vez mais e nada de um feedback acontecer. Olhei em volta procurando alguém falando ao celular, mas não era nada disso! Era uma "senhorinha", lá na frente, repreendendo um garotinho por alguma coisa. O caso é que ela não parava de falar e ficava repetindo as mesmas coisas, que ele era um preguiçoso, que tinha que tomar jeito e etc... E ela ia falando cada vez mais alto!
Todo mundo começou a se entreolhar, o cobrador olhava para os passageiros e ria. De repente alguns "ssshiii" se fizeram ouvir, até que o motorista aumentou o som do rádio, aí foi o fim da picada. Virou uma guerra! Ele aumentava o som e ela a voz, ele o som e ela a voz. De repente me senti num ônibus de excursão.
Então houve um vencedor, e eu considero que foi o rapazinho, que em nenhum momento abriu a boca para falar um "ai", mas foi salvo pelo som do motorista.
A "coroinha" parou a briga, pois chegou um momento em que, acredito, nem ela ouvia a própria voz. Ela pode até não ter desistido de reclamar, mas pelo menos adiou suas reivindicações para um momento mais apropriado, eu espero!

