Hoje, no ônibus:
Mulher 1 - Ai, esse motorista é muito lerdo!
Mulher 2 - Ah, eu gosto dele, mas gosto mais de um outro que corre para caramba, Nem.
Mulher 1 - Ah, é?
Mulher 2 - É. Ele é ótimo. Ele dirige assim: coloca uma mão para o alto e dirige só com a outra! Nóis vai na maió drenalina!(SIC)
Anyway
Anyway é um blog descompromissado com temas. Aqui vou falar um pouco das observações que faço do mundo, das pessoas e dos acontecimentos em geral... O blog e seu nome são inspirados em uma pessoa que conheço que vive dizendo "anyway" e cuja vida é levada em torno das reticências, o que tem me inspirado em muita coisa... Anyway, essa pessoa foi primordial para a criação desta página, já que plantou a semente da idéia e contribuiu efetivamente para seu desenvolvimento. Anyway é isso aí...
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
sábado, 28 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Histórias de ônibus 2
Voltando da faculdade, entrei no indefectível ônibus que me deixa sã e salva na porta de meu lar-doce-lar. Assim que subi encontrei uma pessoa que eu conhecia de vista, que é Mariah da Penha, atriz iguaçuana com um imenso currículo no teatro e na televisão. A conheci faz uns oito anos quando participamos de uma montagem teatral, mas acho que nunca trocamos uma idéia durante todo esse tempo, apesar de conhecermos trezentas mil pessoas em comum e da irmã dela dar aula para a minha.
Bom, eu, como sou uma pessoa quieta e reservada, comecei logo um assunto qualquer e fizemos todo o trajeto de cinqüenta minutos numa tagarelagem total. Trocamos várias figurinhas e combinamos de trabalhar juntas, o que me animou muito.
Ela me contou que estava indo para a casa da irmã, mas que está morando em Miguel Pereira, contudo, está procurando um apartamento no Rio, que fica mais próximo do Projac e dos teatros mais interessantes. Afinal Miguel Pereira ou Nova Iguaçu são mais longe que o reino de Far far away e segundo ela, para andar de carro só se for com motorista.
Papo veio, papo foi, entrou uma moça vendendo doce e entregou um papel a todo mundo onde tinha um pedido de ajuda e o valor dos doces. Eis que Mariah não quis pegar o papel e já disse para a vendedora que queria dois de goiaba. A menina não esboçou reação e passou direto largando o papel no nosso colo. Logo entendemos: Ela é surda, por isso os papéis. Voltamos a papear.
A menina voltou recolhendo os papéis ou o dinheiro, caso a pessoa tivesse resolvido ficar com os doces, e quando parou ao nosso lado, minha mais nova amiga disse pausadamente e fazendo sinais que queria dois de goiaba. Se nós não estivéssemos falando pelos cotovelos durante a viajem, os outros passageiros pensariam que a surda ou outra coisa era ela. A ambulante entregou os doces, pegou o dinheiro e na hora de descer deu um sonoro -"Brigadu motora!!!".
Nos entreolhamos e Mariah logo disse -Ela deve ta pensando que a surda sou eu, né?.
Obviamente caímos na gargalhada!
Bom, eu, como sou uma pessoa quieta e reservada, comecei logo um assunto qualquer e fizemos todo o trajeto de cinqüenta minutos numa tagarelagem total. Trocamos várias figurinhas e combinamos de trabalhar juntas, o que me animou muito.
Ela me contou que estava indo para a casa da irmã, mas que está morando em Miguel Pereira, contudo, está procurando um apartamento no Rio, que fica mais próximo do Projac e dos teatros mais interessantes. Afinal Miguel Pereira ou Nova Iguaçu são mais longe que o reino de Far far away e segundo ela, para andar de carro só se for com motorista.
Papo veio, papo foi, entrou uma moça vendendo doce e entregou um papel a todo mundo onde tinha um pedido de ajuda e o valor dos doces. Eis que Mariah não quis pegar o papel e já disse para a vendedora que queria dois de goiaba. A menina não esboçou reação e passou direto largando o papel no nosso colo. Logo entendemos: Ela é surda, por isso os papéis. Voltamos a papear.
A menina voltou recolhendo os papéis ou o dinheiro, caso a pessoa tivesse resolvido ficar com os doces, e quando parou ao nosso lado, minha mais nova amiga disse pausadamente e fazendo sinais que queria dois de goiaba. Se nós não estivéssemos falando pelos cotovelos durante a viajem, os outros passageiros pensariam que a surda ou outra coisa era ela. A ambulante entregou os doces, pegou o dinheiro e na hora de descer deu um sonoro -"Brigadu motora!!!".
Nos entreolhamos e Mariah logo disse -Ela deve ta pensando que a surda sou eu, né?.
Obviamente caímos na gargalhada!
De volta ao bom-humor
É, tem uma época na nossa vida em que nada parece dar certo e temos a impressão de que estamos com uma tremenda nuvem negra bem grudada na nossa cabeça. Pois bem, estou justamente saindo de um momento deste. Andei num momento meio down e quase me confundi com um Emo, mas consegui, felizmente a tempo, sair dessa e voltar a ser a outra coisa estranha que sempre fui, mas que já estou mais acostumada.
Estou retornando ao meu bom-humor costumeiro e vou voltar a contar as estórias bizarras que parecem só acontecer comigo neste mundo velho sem porteira!!!
As velhas estórias de ônibus, de praia, de assaltantes, de Don Juans, de micos e afins.
Sem nuvens negras, sem infernos astrais. Só alvoradas e luz do sol!
Estou retornando ao meu bom-humor costumeiro e vou voltar a contar as estórias bizarras que parecem só acontecer comigo neste mundo velho sem porteira!!!
As velhas estórias de ônibus, de praia, de assaltantes, de Don Juans, de micos e afins.
Sem nuvens negras, sem infernos astrais. Só alvoradas e luz do sol!
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Mais um ano
Mais um ano. Mais coisas escritas na agenda.
Mais um dia que se disfarçou de felicidade e trouxe um monte de obstáculos!
Mais esforços, superações e vitórias.
Mais frustações, esperanças e aprendizados.
Mais, sempre mais.
Mais expectativas pequenas que se revelaram nada de mais.
Mais surpresas incríveis que surgiram quando o "nada mais" parecia o "tudo o que havia".
Mais acreditar, mais vencer, mais ser...
Mais um dia que se disfarçou de felicidade e trouxe um monte de obstáculos!
Mais esforços, superações e vitórias.
Mais frustações, esperanças e aprendizados.
Mais, sempre mais.
Mais expectativas pequenas que se revelaram nada de mais.
Mais surpresas incríveis que surgiram quando o "nada mais" parecia o "tudo o que havia".
Mais acreditar, mais vencer, mais ser...
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Atitudes vãs...
A esperança é a última que morre!
Quem deu a esse substantivo comum, esperança, esse conotação de " salvadora da pátria"?
A esperança que não morre, nem se desenvolve, se transmuta numa frustração. É isso mesmo.
Aí eu escuto alguém dizer: - Ah, é uma forma de não desistir de lutar! E encher a frase de estrelinhas, corações e flores...
Só que no final, dá tudo no mesmo! Não adianta o quanto você ESPERE, ele (a) não vai, subitamente, se apaixonar por você; você não vai acordar um dia rica e famosa; aquele livro super bem falado não vai passar a te interessar de uma hora para a outra; seu chefe não vai te dar um bônus em reconhecimento pela sua dedicação, não adianta o quanto se tenha esperança, as pessoas não vão parar de jogar lixo nas ruas.
Esperança não move, não faz, não realiza.
As pessoas têm esse poder. Mas preferem esperar, é muito mais fácil.
Se não jogarmos na Loteria, nunca iremos ganhar o prêmio acumulado e sempre ficaremos vendo na TV o vencedor, que ainda não foi buscar o dinheiro, ou que foi perseguido por causa dele.
Que a esperança morra!
Porque só assim se terá a real visão do que há e do que fazer!
Quem deu a esse substantivo comum, esperança, esse conotação de " salvadora da pátria"?
A esperança que não morre, nem se desenvolve, se transmuta numa frustração. É isso mesmo.
Aí eu escuto alguém dizer: - Ah, é uma forma de não desistir de lutar! E encher a frase de estrelinhas, corações e flores...
Só que no final, dá tudo no mesmo! Não adianta o quanto você ESPERE, ele (a) não vai, subitamente, se apaixonar por você; você não vai acordar um dia rica e famosa; aquele livro super bem falado não vai passar a te interessar de uma hora para a outra; seu chefe não vai te dar um bônus em reconhecimento pela sua dedicação, não adianta o quanto se tenha esperança, as pessoas não vão parar de jogar lixo nas ruas.
Esperança não move, não faz, não realiza.
As pessoas têm esse poder. Mas preferem esperar, é muito mais fácil.
Se não jogarmos na Loteria, nunca iremos ganhar o prêmio acumulado e sempre ficaremos vendo na TV o vencedor, que ainda não foi buscar o dinheiro, ou que foi perseguido por causa dele.
Que a esperança morra!
Porque só assim se terá a real visão do que há e do que fazer!
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Utopia...
Preciso de colo, de um psicólogo, uma viagem sem data de volta, de chorar até ficar com o rosto doendo, de gritar muito, muito alto, de sumir do mapa, de não falar com ninguém...
Preciso mergulhar num rio, num lago, numa cachoeira.
Preciso parar sozinha num bar desconhecido e encher a cara, preciso correr, correr, correr sem nenhum destino planejado!
Preciso dormir um mês seguido.
Preciso fugir.
Preciso de não estar aqui comigo!
Preciso esquecer... esquecer tudo e reconstruir meu pensamento!
Preciso mergulhar num rio, num lago, numa cachoeira.
Preciso parar sozinha num bar desconhecido e encher a cara, preciso correr, correr, correr sem nenhum destino planejado!
Preciso dormir um mês seguido.
Preciso fugir.
Preciso de não estar aqui comigo!
Preciso esquecer... esquecer tudo e reconstruir meu pensamento!
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Amei este texto atribuido a Pessoa, preciso disseminá-lo...
"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és.."
Fernando Pessoa
"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és.."
Fernando Pessoa
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Preciso dividir este texto que encontrei ao acaso nas tempestades navegadas na internet!!! Parece bobinho, coisa de adolescente, mas não é que ele diz a verdade!!!
"O amor não é algo que o faz sair do chão e o transporta para lugares que você nunca viu. O nome disso é avião. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala. O nome disso é bronquite asmática. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa que chega de repente e a transforma em refém. Isso se chama seqüestrador. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa. Isso se chama pombo com caganeira. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa que você pode prender ou botar pra fora de casa quando bem entender. Isso se chama cachorro. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa cinza que lançou uma luz sobre ti, a levou pra ver as estrelas e a trouxe de volta com algo dele dentro de você. Isso se chama alienígena. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de você. Isso se chama controle remoto da TV. O amor é outra coisa."
"O amor é simplesmente o amor."
"O amor não é algo que o faz sair do chão e o transporta para lugares que você nunca viu. O nome disso é avião. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala. O nome disso é bronquite asmática. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa que chega de repente e a transforma em refém. Isso se chama seqüestrador. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa. Isso se chama pombo com caganeira. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa que você pode prender ou botar pra fora de casa quando bem entender. Isso se chama cachorro. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa cinza que lançou uma luz sobre ti, a levou pra ver as estrelas e a trouxe de volta com algo dele dentro de você. Isso se chama alienígena. O amor é outra coisa."
"O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de você. Isso se chama controle remoto da TV. O amor é outra coisa."
"O amor é simplesmente o amor."
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